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GOVERNO NEGOCIA POSSÍVEL RETOMADA DO AUXÍLIO EMERGENCIAL
10/02/2021 01:53 em Política

Jair Bolsonaro diz negociar uma possível retomada do Auxílio Emergencial que ajudou muitos brasileiros no meio da pandemia. O Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, diz vê “expectativa positiva”.

O presidente Jair Bolsonaro sinalizou nesta segunda-feira (08) que a retomada do Auxílio Emergencial está em negociação entre os seus ministros, Rodrigo Pacheco afirma estar com expectativa positiva para um anúncio ainda nesta semana.

Os políticos não entraram em detalhe sobre como será essa possível retomada, sem citar valores ou número de beneficiários. Sabe-se que o Auxílio Emergencial foi criado em 2020, no começo da pandemia, para ajudar pessoas em situações vulneráveis, foram ao todo cinco parcelas com o valor de R$600, e quatro com o valor de R$300.

"Estamos negociando com [os ministros] Onyx Lorenzoni [Cidadania], Paulo Guedes [Economia], Rogério Marinho [Desenvolvimento Regional], entre outros, a questão de um auxílio ao nosso povo, que está ainda em uma situação bastante complicada", afirmou Bolsonaro em cerimônia no Palácio do Planalto.

"Sabemos que estamos, Paulo Guedes, no limite do nosso endividamento. Devemos nos preocupar com isso. Temos um cuidado muito grande com o mercado, com os investidores e com os contratos, que devem ser respeitados. Nós não podemos quebrar nada disso. Caso contrário, não teremos como garantir que realmente o Brasil será diferente lá na frente", prosseguiu o presidente da República.

Após reunião com o Rodrigo Pacheco, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que a retomada do programa social poderia completar metade dos beneficiários que receberam o pagamento em 2020. No ano passado, o benefício mensal comtemplou cerca de 68 milhões de pessoas, com o total de recursos ao redor de R$290 milhões.

Além disso, Guedes disse que não se pode condicionar novas rodadas de auxílio à aprovação de propostas de ajuste fiscal em análise no Congresso.

 “A emergência e a urgência relativamente a essa assistência social não podem esperar. Então acho que é um acordo que temos que fazer”, disse.

 

“É preciso evidentemente compatibilizar uma forma de ajuda e auxílio com a responsabilidade fiscal, com o equilíbrio das contas públicas. E eu estou com muita expectativa, positiva mesmo de que a gente tenha uma solução disso nesta semana”, afirmou.

 

Daisy Silva, aluna de Jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto.

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